terça-feira, 30 de junho de 2015

Vacinação


E o Dr. Costinha, no posto de saúde de sua cidade, trabalhava na campanha de vacinação contra a gripe.

- Bem, pela ficha, estou vendo que seu nome é José Ronald Santos.
- Yes, Doctor, mas dá para o senhor me chamar de Mayara? 
- Mayara?
- Yes, Mayara com ípsilon...
- Senhorita Mayara, vou lhe aplicar a vacina. 
- É injeção?
- Sim.
- Doctor, pelo amor de Deus!
- A senhorita tem medo de injeção?
- Não é bem medo, darling...

E, abaixando o short, apontou para a bochecha de uma das nádegas separadas de fio dental e continuou: 

- Doctor, é que tenho próteses de silicone no bumbum...

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Exame de sangue


Visitando site “O Futuro das Coisas”, lembrei-me de um episódio na Granja Viana, em São Paulo, quando participei de um programa da extraordinária EMI - Escola de Marketing Industrial.

Pois bem, durante uma apresentação sobre planejamento do Laboratório Fleury, três estratégias de visão de futuro nos foram apresentadas. Uma para cinco anos, uma para dez e outra para vinte. Inquieto, perguntei ao palestrante sobre exame de sangue: Por que para realizar um hemograma ainda é preciso furar o paciente e colher o sangue? Diante de tantos avanços científicos na área da medicina, para se conhecer a saúde de um indivíduo e controlá-la, o exame de sangue ainda tem de ser realizado de forma invasiva? Não haveria uma outra maneira para efetuar tal procedimento?

O palestrante parou e, perguntando, me respondeu: “Posso anotar a sua inquietação como sugestão para encaminharmos à discussão de nossa visão para dez anos?”. Claro que sim, respondi.

domingo, 28 de junho de 2015

Arte, por Glauber


"A arte é invenção, é o inconsciente do artista, o sonho, o imprevisto, a forma nova. A arte não é só talento, mas, sobretudo coragem." (Glauber Rocha)

Sandálias


Agora lembrei da vez que Cândido Couto levou o Alexandre Grendene à Orós e ele nos presenteou com sandálias. Então, eu pedi um autógrafo na minha. Emocionado, ele me atendeu e a esposa dele revelou que, apesar de ter fabricado milhares e milhares de pares, somente daquela vez, alguém o pediu para autografar uma sandália. Podendo tê-las guardado, não, as calcei, passei o dia todo com elas, com direito à banho de açude e um forrozim, à noite... Quer dizer, a assinatura feita à caneta Bic apagou!

Millet

Angelus, de Millet.

Conhecido como precursor do realismo, pelas suas representações de trabalhadores rurais, o francês Jean-François Millet (1814.1875) foi um pintor romântico e um dos fundadores da Escola de Barbizon na França rural. 

Sensível observador da vida campestre, Millet criou uma obra realista na qual o principal elemento é a ligação do homem com a terra.

sábado, 27 de junho de 2015

Pisei na bola


Certa vez, eu estava num dos famosos almoços do Zé Lírio, em sua casa da Serra da Meruoca, quando entrei numa conversa sobre futebol. Naturalmente, comecei a falar sobre alguns jogadores famosos que conhecia e que havia jogado em peladas, quando senti que se não estavam me achando gabola, estavam me achando mentiroso. Para consertar o desatino, decidi ligar para o Sócrates em busca de socorro. Disse onde estava, na companhia de radialistas esportivos, e num "passe de calcanhar” passei o telefone para um deles, que se apresentou para depois sugerir: 

- Sócrates, fui seu fã quando você jogava e agora sou como comentarista. Mas, tenho uma sugestão: faça um curso de dicção!

Pra que fui me mostrar?! Peguei o telefone de volta, pedi desculpas e o Doutor me respondeu:

- Totonho, mas que mala! 
- É, foi mal, amigo...
- Liga não, bichim, você tem muito saldo comigo.

Mesmo assim, pisei na bola.

(Foto: Google)

Antonio Rocha e Descartes Gadelha


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Oleg Kosirev


Oleg Kosirev (1964) é um fotógrafo russo especializado em nu artístico. 


Tanto a cores como em preto e branco, ele utiliza a água para dar às suas fotos um viço mais atraente e acentuado do que o simples nu. 


Oleg Kosirev trabalha para as revistas Playboy, Maxim e Molin Rouge e colecionistas privados.


(Fotos: Oleg Kosirev)

Check in


No Aeroporto Internacional Pinto Martins, rumo ao Rio de Janeiro, a estreante Meyreslândya - uma loira à força dos olhos de lentes azuis, boca peba cheia de aparelho nos dentes e cabelo estirado - realizava o seu check in no balcão da companhia aérea. Indagada sobre qual assento desejaria ocupar na aeronave, em forçado sotaque carioca, respondeu: 

- Por favor, amor, bem longe da janela, que é pra não ter o menor perigo de desarrumar meu penteado.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Exposição do Grupo Matrix

Semelhança física


Recebi um arquivo indicando que a personagem de desenho animado Peppa Pig, por sua semelhança física, é filha da união de um pênis (56%) com uma porquinha (44%). 

Sobre a matéria, lembrei de um cidadão, dono de um bar de beira de estrada, que aproveitou um jumento morto por atropelamento para improvisar uns ingredientes de feijoada. Pois bem, ao servir a iguaria, um exigente cliente o interpelou: "Peraí, que diacho de furo é esse na ponta da linguiça?!".

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Abigail


A carioca Abigail Izquierdo Ferreira (1922) é atriz, cantora, diretora e compositora, da mais elevada sensibilidade artística. 

Filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo, Abigail tornou-se Bibi. Bibi Ferreira. 

(Foto: Google)

Violência urbana


Em uma certa e afamada casa de recursos da cidade, dois desalmados bandidos passaram a mão em tudo, levando das rendidas vítimas valores, pertences e trajes, subtraídos de maneira perversa. 

Não houve agressão física, e, talvez por isso, ninguém prestou queixa à delegacia de polícia, próxima do lugar. Quando chegaram os homens da lei, escondendo o rosto, um assíduo frequentador do bordel desabafou: “Arre égua, seu guarda, não estão mais nem respeitando a casa de Dona Bené! Daqui a pouco, do jeito que a coisa vai, nem em casa a gente vai poder fazer sexo em paz...”.

terça-feira, 23 de junho de 2015

O genioso Pintim

Ricardo Pinto Porto, o Pintim.

Certa vez, lá pelos meados dos anos 1990, no restaurante La Barranca, em Iguatu, Raimundo Fagner me incumbiu de fazer o valente Pintim mudar de ideia quanto a uma prometida sola que ele aplicaria em um sujeito acolá. Aos cinco minutos do primeiro tempo de nossa conversa, percebendo a reação emocional do nosso genioso amigo, para não contrariá-lo, quase que me dispus a colaborar com ele na peia no fuleragem!

Barnabé do lar


Pode parecer coisa sem pé e sem cabeça, mas, não foi surpresa tomarmos conhecimento que, para controlar a boemia desenfreada do marido, uma conhecida nossa estabeleceu em casa um livro de ponto. Rigorosamente, na base da tolerância zero, o esposo tem a obrigação de assinar suas entradas e saídas no lar, pontualmente, quatro vezes ao dia.

Se, pelo menos, fosse só pra bater o ponto com cartão, eu não me incomodaria, não. Mas, ter que assinar, aí, é de lascar! Reclama o barnabé do lar.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Pé na carreira


Pra quem não sabe, cearense não corre, "mete o pé na carreira"!

(Foto: Google)

O carrinho do Pedro Bila

Contam que aconteceu em Natal, Rio Grande do Norte, no jogo do América-RN contra o Sumov, em 1980.

Pedro Bila, hoje em dia.

Em disputada partida de futebol de salão, para matar uma jogada, o impetuoso craque Pedro Bila, que defendia o América-RN, resolveu dar um decisivo e brutal carrinho em Leonel, do Sumov, um habilidoso adversário que, demonstrando grande reflexo, deu-lhe um lépido drible de corpo para safar-se do ríspido lance. Daí, aterrissando de seu arrojado voo, Pedro Bila sobrou, passou direto rumo à arquibancada e com os pés emparelhados atingiu violentamente dois inocentes torcedores que, bem sentados, assistiam ao jogo, vindo, cada um deles, a sofrer fraturas expostas nas pernas. 

Segundo Belfort, Pedro Bila ainda ficou enganchado no alambrado e tiveram até que chamar o corpo de bombeiros para serrar a grade e livrá-lo da vexatória situação!

(Foto: Google)

domingo, 21 de junho de 2015

O diário de Sebastiana


Tinha os olhos de esmeraldas a bela e majestosa Sebastiana, jovem mulata da boca frocada, seios fartos, bunda graúda e pernas grossas. Tinha também o costume de escrever seu diário:

“Quinta-feira - Querido diário, hoje eu e meu namorado Jorge fomos ao parque. Começamos a nos beijar, nos acariciar e, de repente, ele me fez uma proposta imoral... Então, meti o pé na carreira e vi que minhas pernas são minhas melhores amigas.

Sexta-feira - Querido diário, hoje eu e Jorge fomos ao cinema. Começamos a nos beijar, nos acariciar e, de repente, ele me tocou bem na… Então, meti o pé na carreira e vi que minhas pernas são minhas melhores amigas.

Sábado - Querido diário, hoje eu fui bater no apê do Jorge. Ele botou pra tocar um forrozim, tomamos uns drinques, tacamos a nos beijar, nos acariciar e, de repente, ele me pegou de jeito... Aí, eu vi que até as melhores amigas um dia se separam”...

sábado, 20 de junho de 2015

Mal de Montezuma


Pra quem não sabe, a diarréia, a caganeira, também é conhecida como Mal de Montezuma. É que o rei azteca Montezuma vivia com caganeira e morreu em decorrência de diarréia crônica!

(Foto: Google)

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O tauaense Karl Marx

Carlos Henrique Marques.

Sim, Karl Marx era de Tauá e a história é boa! 

Segundo o professor Carlinhos Analfabético, "nascido em 1818, seu verdadeiro nome era Carlos Henrique Marques. No Grupo Escolar Francisco Feitosa, cedo se destacou nos estudos e ganhou uma bolsa de estudos de Horácio Marques I, para cursar Filosofia, Direito e História nas Universidades de Bonn e Berlim. 

Ao chegar em Bonn, conheceu uma bela vidente, estudiosa em numerologia, que modificou seu nome para Karl Heinrich Marx. Daí por diante sua vida tomou notoriedade. Escreveu O Capital, que segundo o saudoso professor Citó, de Tauá, o livro seria A Capital, tema sobre o fascínio que Fortaleza exercia sobre o revolucionário.

Tinhoso como só ele mesmo, este filósofo tauaense foi expulso da maior parte dos países europeus devido ao seu radicalismo. Com a colaboração de Engels, Marx escreveu também o Manifesto Comunista, onde não poupou críticas ao capitalismo. 

Faleceu em Londres, Inglaterra, em 1883. Dizem que suas últimas palavras foram 'foua...tauá' (ou seria 'falta o ar'?), pensando na sua terra natal"...