domingo, 21 de dezembro de 2014

Cantina do Colleggio


Luizinho, Gera, João e Luiz.


"Amigo Totonho, 

Conforme lhe prometi, estou enviando fotos de nossas confraternizações natalinas dos 'Amigos da Pelada'. Segue em anexo fotos referentes aos anos de 2002 à 2006. 

Aquele abraço! 

Paulinho Monteiro"

Sanchinho, Mino, Assis, Flavinho, Morais, Tales, (?), (?), Nélson, Jaime, João, Totonho e Papagaio.

Tanto na avenida Desembargador Moreira, quanto na esquina das ruas Visconde de Mauá e Silva Jataí, durante anos, frequentei muito a Cantina do Colleggio, aqui em Fortaleza.

Bachá, Totonho, Luiz, Maurício, Babí, Ronaldo, Luizinho...

E, seguramente, posso afirmar que era um dos melhores lugares para se exercitar a arte da boemia e da amizade.

Tasso, Assis e Tales.

Paulinho Monteiro, o proprietário da casa, reunia amigos numa ambiência em que todos festejavam a alegria da vida, com a simplicidade e leveza que ela requer. 

Morais, Cezinha e Paulinho.

Paulinho, ô presente!

Assis, João, Papagaio, Erle, Jaime e Zé Augusto.

(Fotos: Acervo Paulinho Monteiro)

Salomônica sabedoria


Navegando pelas redes sociais, me deparei com três citações de Salomão Pinheiro Maia:

1. “Felicidade é a ausência da dor”;
2. "A vida é uma roda gigante: em alguns momentos estamos lá em cima, em outros lá embaixo";
3. “A política é pra rico besta e pobre sabido".

Doutor Salomão era de uma extraordinária personalidade. Foi deputado estadual, procurador federal, atuou no campo das comunicações e escreveu livros, dentre eles, um dicionário de termos usados na obra de Euclides da Cunha.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Macaulay Culkin

Macaulay Culkin, no filme Esqueceram de Mim, de 1990, aos 10 anos, e atualmente, com 34 anos.

O nova-iorquino Macaulay Carson Culkin (1980) é um ator norte-americano famoso pelo seu papel no filme Esqueceram de Mim, nos anos 1990.

Macaulay percorreu um caminho onde poucos atores infantis de Hollywood conseguiram escapar. Primeiro, a glória – firmou seu nome na história do cinema como o mais bem-sucedido ator dessa categoria em todos os tempos. Depois, o esquecimento – Macaulay sumiu das telas a partir de 1994, enquanto seus pais brigavam por sua fortuna de 17 milhões de dólares. Após muita peleja, o ator assegurou na Justiça o direito de cuidar de seu dinheiro. 

Com a carreira estagnada – embora afirmasse que seu desaparecimento do cinema era por sua opção – em 2003, aos 23 anos fez o longa-metragem Party Monster, uma produção bem alternativa que versa sobre os exageros do mundo clubber nova-iorquino. No filme, o personagem de Macaulay foi fundamentado em fatos reais, pois interpretou o famoso Michael Alig das noites nova-iorquinas, nos anos 1990, preso por ter assassinado seu parceiro de apartamento à marteladas. Macaulay até à prisão foi para visitar o verdadeiro Michael Alig, em laboratório para caracterizar totalmente seu personagem. 

Em 2004, Culkin foi detido em Oklahoma City por posse de maconha e de substâncias controladas. 

Amigo e padrinho de um dos filhos de Michael Jackson, Macaulay participou no videoclipe da canção Black or White, do cantor. 

Em 2013, Macaulay Culkin formou a banda The Pizza Underground, que comete paródias das músicas do grupo Velvet Underground, com letras alusivas à pizza. Desde então, a banda tem obtido curiosos feitos, como ser expulsa pela plateia com chuva de cerveja, pizzas e vaias.

(Foto: Google)

Na cozinha


Espiando esta foto, Sitônio da Parangaba perguntou: "E na cozinha, não vai nada, não?".

(Foto: Google)

Maus Tratos contra Animais


Os Maus Tratos contra Animais são hoje disciplinados pela Lei 9.605/98, em seu artigo 32, que assim dispõe: "Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. 

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal."

(Imagem: Google)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Bar do Peixe


O grande brega-star Falcão me contou que o notável violonista Tarcísio Sardinha anda bebendo num bar fuleragem que só, lá pelas bandas do Rodolfo Teófilo, airoso bairro da cidade de Fortaleza. Pra vocês terem ideia da coisa e do lugar, os frequentadores diaristas formam mesa na calçada, onde desenham a giz um peixe para bem servir de tira-gosto. Funciona assim: Depois de um gole de cerveja ou um trago de cachaça, o papudim pega uma quengada chinela japonesa e esfrega e apaga o pedaço de peixe, escolhido pra “comer”.

Pois bem, noutro dia, depois de uma talagada de cachaça tamanho dum bonde, um deles aloprou e apagou a cabeça do peixe por inteiro. Foi um deus-nos-acuda e o pau comeu de esmola, na calçada!

- Pooorra, esse carniça traçou a cabeça do peixe todinha!
- Arre égua, sem-futuro, vai botar boneco por causa dum pedaço réi de peixe?
- Mermão, você não deixou escapar nem o oi do bicho! 
- Ah, mói, desse jeito não tem condição, não... 
- Carai, tira-gosto é pra beliscar, né almoço, não... 
- Agora pronto, o mundo vai se acabar! 
- Pois, faça o seguinte: pelo menos beba uma cachaça melhorzinha...
- Por que?
- Ora, porque com cachaça boa, o tira-gosto sobra... 
- Home, quer saber duma coisa? 
- Não.
- Não é uma ova! Pegue o resto desse peixe véi e... 
- Enfie no seu!
- Me respeite, seu fela!

Resumindo. Acabada a enronha, com a intervenção da turma do deixa-disso, quando deram fé, já tinham apagado – “comido” – o peixe inteiro! Pra não perder a viagem, mortim de fome, um esgalamido lambeu a calçada, como prato fosse!

E é desse jeito, comumente, em derradeira confusão, que acaba a longa jornada de batente do já famigerado Bar do Peixe.

Lavar as mãos

Para lavar as mãos corretamente.

Após julgar Jesus, Pôncio Pilatos condenou-o à morte, mas, antes lavou as mãos e afirmou que a culpa decorrente daquele ato recairia sobre a população, no caso, os judeus.

Mudando um pouco de assunto, é muito importante lavar as mãos porque é decisivo para uma adequada higiene e para evitar doenças. 

Recomenda-se, então, lavar as mãos várias vezes ao dia, sobretudo, antes das refeições e após o uso do banheiro. Assim, é extremamente importante fazer da lavagem das mãos um hábito diário. 

No mais, observamos que, para as mãos estarem realmente asseadas é preciso lavá-las com água limpa e usar, de preferência, um sabonete antisséptico. 

(Foto: Totonho Laprovitera)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Iniquidade


Diz o pai dos burros que iniquidade significa “tornar normal o que é pecado, não sentir culpa pelo pecado cometido, de tanto uma pessoa cometer o mesmo pecado ou coisa errada, não se arrepender pois já acha o que fez absolutamente normal”. 

(Imagem: Google)

Fantasia, exposição fotográfica


Limpas impressões


Eu sei que os leitores de impressões digitais são um dos melhores meios de segurança de identificação. Daí, a razão deles serem bastante utilizados pelas operadoras de planos de saúde.

Agora, convém à pessoa o cuidado de apresentar o dedo limpo, quando for efetuar o uso do leitor. Digo isso porque, recentemente, um beneficiário consumidor protestou por ter encontrado uma baita meleca grudada em um desses leitores, o que não é nada higiênico e, muito menos, agradável!

(Foto: Totonho Laprovitera)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Fluvia Lacerda


Para quem ainda não a conhece, a internacional modelo carioca Fluvia Lacerda, no mundo da moda, é famosa e considerada a "Gisele Bündchen do plus size".

(Foto: Google)

Dente


O professor Carlinhos Analfabético adverte: "O dente é a única parte do corpo humano que não pode se curar ou regenerar".

(Imagem: Google)

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Renato Atler


Lúcio Brasileiro.

Quem sabe do Renato Atler, que durante tanto tempo fraseou o encerro da longeva coluna do jornalista Lúcio Brasileiro?

Deriva

Lancha à deriva. 

Pra quem não sabe, deriva significa desvio de embarcação, na sua rota, por efeito do vento ou de uma corrente. À deriva, sem rumo certo, ao sabor de. 

(Foto: Google)

Expondo em Brasília


Estávamos em Brasília por ocasião de uma exposição de artes plásticas no Congresso Nacional. Formavam o grupo dos expositores: Fagner, Aldemir Martins, Siron Franco e eu. Na manhã do dia do vernissage, Fagner e eu fomos convidados para a realização de uma matéria na TV Globo para a divulgação do evento. Lá, ao chegarmos, fomos de imediato conduzidos até o estúdio VIP da emissora. Uma jornalista já nos esperava e logo tratou de combinar o roteiro a ser seguido. Ficou acertado que a entrevista começaria com o Fagner e depois eu falaria alguma coisa sobre a mostra. Após isso, ficamos esperando o momento exato de irmos ao ar. Tranquilamente, Fagner me chamou para fumar num jardim de inverno da sala e constatou meu nervosismo de principiante na mídia.

- E aí, Totonho, como é que está a Meruoca?
- Bem...
- E os trabalhos de arquitetura?
- Também...

E por aí conversávamos sobre tudo o que não tinha relação direta com a exposição. Foi quando recebemos o aviso que iríamos ao ar em trinta segundos.

- Olha aqui, meu irmão, fique frio e fale o que teu sentimento mandar na hora, que vai dar tudo certo. Recomendou-me Fagner.

- Certo, pode deixar...

Acontece que a repórter resolveu inverter a ordem da entrevista e começou foi comigo. Lembrei-me do conselho do amigo e me pus espontaneamente a falar. Numa breve pausa de uma frase, Fagner tomou a palavra, continuou e fez a sua parte. Terminada a entrevista ele observou:

- Mas rapaz, se eu não tomo a palavra, ficaria sem falar... Rindo.
- Vixe, foi mal... 
- Aprendeu até demais a lição, né?
- Obrigado, irmão. Agradeci.

Rimos muito e, resumindo, a exposição foi um sucesso.

Bombril na antena


Quando a imagem tá pebada, o negócio é botar um novelo de Bombril na antena da televisão, que melhora é muito a recepção. 

O resultado é que, assim, a antena passa a captar sinais que não estejam completamente alinhados. Isso vale também para o novo sinal digital.

Agora, se você achar que o BomBril tá caro, use de palha de aço genérica!

(Foto: Google)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

“Bar, doce lar”

Deu no Jornal Tribuna Ribeirão, de Ribeirão Preto, São Paulo:


“Bar, doce lar” 

Bueno, cantor e compositor 

“Bar, doce lar” é o título de um samba meu com letra de meu saudoso parceiro Sócrates. Eu cantava na noite e conciliava minha profissão de policial rodoviário com a música, daí não tinha o hábito de frequentar bares até minha amizade com o Magrão ganhar corpo. Ele sempre gostou, até porque era numa mesa de bar que ele se soltava e deixava sua timidez de lado. Nas noites em que estava inspirado, passava a mão numa caneta e num guardanapo e de repente, como que por encanto, nascia poesias e mais poesias que sempre presenteava quem estava a seu redor. Muitos amigos guardam suas poesias com muito carinho. Também foi na mesa de um bar, e quase sempre no Empório Brasília, que ele letrou muitas músicas minhas. 

“Bar, doce lar” nasceu numa noite em que ele disse: “Buenão, hoje nem eu estou me reconhecendo, quero letrar aquele samba que você compôs, vamos homenagear os bares que tanto cultuamos.” Na letra ele diz que ali encontra os amigos, que é ali que a adrenalina se vai e devolve o “amar”, diz também que sem a alegria de um bar a vida parece secar. Quando ele escreveu este verso, brincou sorrindo: “Buenão, lembrei-me de Graciliano Ramos e seu livro ‘Vidas secas’ e o coloquei no nosso samba.” 

Certa noite, estávamos ali no Empório Brasília e a clientela foi se despedindo, ficando numa mesa próxima dois gays muito conhecidos aqui em Ribeirão Preto. Eles brigavam e faziam as pazes num piscar de olhos. Eu e o Magrão ali, sossegados, só molhando a palavra e assistindo de camarote. Foi quando ele falou: “Buenão, vamos sentar com os dois briguentos???” 

Naquele tempo não havia esta abertura geral de hoje. “Pô, Magrão”, retruquei, “não vai pegar mal, não, parceiro?”. “Mal por que?”, disse ele. Resolvi encarar, e olha que foi uma das nossas noites mais divertidas numa mesa de bar. Os dois muito cultos discutiam qualquer assunto e contavam coisas que antes nunca tinha ouvido. Por exemplo, entregaram pessoas conhecidíssimas da cidade que ninguém imaginava que fossem gays. Sócrates ria com as descobertas e dava corda pra eles mandarem ver. Aquela noite ficou na nossa história. 

Quando começamos a frequentar o Brasília não havia farol de trânsito na esquina e era comum colisões no local, sendo que em alguns casos o veículo invadia a calçada. Daí a gente ficava mais à esquerda, até que Marcio mandou chumbar alguns trilhos de trem. Tirou-os quando os sinais foram instalados. 

Lá em Fortaleza tem o Bar do Vaval, que é frequentado por poetas, artistas plásticos, compositores, cantores e a nata da boemia da cidade. Fagner vai sempre lá, e quando Sócrates ia visitá-lo era no Vaval que nosso cantor o levava. Dia desses meu amigo Totonho Laprovitera, que é tudo isso que escrevi acima, postou no Facebook uma foto do Bar do Vaval com alguns trilhos de trem no entorno da calçada. Perguntei a ele a razão e ele respondeu na hora: “Buenão, muitas batidas de carros na esquina, Vaval tinha que proteger os boêmios”. A foto com Vaval ilustra a esquina e seu bar (risos). 

Num bar acontece de tudo. Vejam essa: Zeca Pagodinho, que todos sabem ser amante de bar, estava hospedado naquele hotel que fica na esquina da Álvares Cabral com a Rui Barbosa e deu-lhe vontade de tomar umas. Foi quando desceu até a portaria e perguntou ao recepcionista onde tinha um bar por ali. O cara disse que não tinha nenhum, imaginando que o sambista queria um bar chique. 

“Mas não é possível”, disse Zeca. “Me contaram que Ribeirão tinha um bar em cada esquina, parceiro”. Daí o sujeito indicou um bar logo abaixo na rua Saldanha Marinho com a Rui Barbosa, dizendo ser muito simples. Zeca respondeu: “Pois é destes que eu gosto.” E saiu a pé mesmo, e surpreso ficou o dono do bar e sua clientela de torresmo e loiras geladas quando o artista entrou, sentou-se com alguns músicos em uma mesa e pediu sua cerveja predileta. Fotos desse dia histórico estão na parede. “Bar, doce lar”.

buenocantor@terra.com.br 
www.buenocantor.blogspot.com

Ô encontro!

Jamil Hadad, Oscar Niemeyer, Leonel Brizola e Darcy Ribeiro.

(Foto: Google)

Puxa-saco


Ontem, assistindo um provável secretário ser bajulado por tolos tietes de autoridades, lembrei deste flagrante fotográfico dando conta do cuidado do assecla, quando seu candidato era levado nos braços do povo!

(Foto: Google)

Vizinhos


Eu postei esta foto, aí o Alex Figueiredo, de pronto, criou o seguinte texto.

A vizinha gostosa ligou:

- Aí, vizinho. Quer nadar aqui na minha piscina?!
- Posso não, tô tomando conta do meu sobrinho pequeno...
- Que peninha, eu aqui sozinha, peladinha, na piscina...

(Fotos: Google)