segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Marrapá!


Estudante bom de farra, chegando a ser preso por botar boneco, o rapaz William Henry Gates III virou Bill Gates, magnata, filantropo e autor norte-americano, conhecido por fundar junto com Paul Allen a Microsoft.

Atualmente, Gates ocupa o cargo de presidente não-executivo da Microsoft, além de ser considerado uma das pessoas mais ricas do mundo. É um dos pioneiros na revolução do computador pessoal.

(Foto: Google)

Quimoeiros


Antigamente, quando Fortaleza não possuía esgotos, era comum em quase todas as residências, recolher os resíduos fecais em barris de madeira, conhecidos por quimoas, para depois despejá-los nas proximidades da praia.

A tarefa era feita pelos quimoeiros, que levavam na cabeça sua fétida carga e, por onde quer que passassem, era certo, todos fugiam deles.

Quando esgotados ou embriagados – o que não era raro, para poder encarar o serviço –, deixavam o barril nas calçadas ou no que lhes servisse de apoio. De onde quer que viessem, passavam defronte à Santa Casa, desciam o calçamento do velho gasômetro, rumo à praia, onde a fedorenta carga era rebolada ao mar. Depois de lavado o barril, o quimoeiro voltava pela antiga Rua Formosa, atual Rua Barão do Rio Branco.

Projetado por João Felipe, em 1911, o primeiro sistema de esgoto de Fortaleza funcionou a partir de 1927 e cobria apenas o pequeno centro da cidade.

(Foto: Google)

domingo, 31 de agosto de 2014

Marminino!


Tido como um estudante “burro e metido”, que enchia o saco dos professores, Thomas Edison tornou-se um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes, de grande interesse industrial.

(Foto: Google)

Seu Quequé

Seu Quequé (Ney Latorraca) com suas três mulheres: Eleuzina (Dina Sfat), Santinha (Lucinha Lins) e Nicinha (Tássia Camargo).

Baseada no conto Pensão Riso da Noite: Cerveja, Sanfona e Amor, de José Condé, Rabo de Saia foi exibida pela Rede Globo, em 1984. A minissérie se passava no Nordeste, no final dos anos 1920, onde o caixeiro-viajante Ezequias Vanderlei, o Seu Quequé, se dedicava plenamente ao amor.

Seu Quequé era um homem simpático, carismático, íntegro e trabalhador. Conservava três esposas, três famílias bem constituídas. Senão, vejamos:

Em Nova União, Pernambuco, era casado com a fogosa Eleuzina, mulher que o tomava com sensualidade e o amava com proteção. Estabelecendo uma relação madura, quase maternal, profundamente honesta, na qual o caixeiro-viajante podia se mostrar como era, Eleuzina figurava como a principal referência matrimonial de Seu Quequé. Alegre, autêntica, vivida, forte e companheira de boemia, foi com quem o caixeiro-viajante se casou primeiro e teve quatro filhos.

Em, Chegança, Alagoas, era casado com a aristocrática Santinha. Esposa do meio, Dona Santa era uma mulher que havia enviuvado cedo. Respeitadíssima na cidade, por sua posição social, e muito cobiçada por sua beleza, era a imagem do recato e da fé, na verdade, suas grandes armas de sedução. Esteve recolhida à viuvez até conhecer o Ezequias, com quem se casou três meses depois e teve mais dois filhos, criados juntos com os dois do primeiro matrimônio.

Em Catulé, Sergipe, era casado com a ninfeta Nicinha, a mais nova das três esposas do caixeiro-viajante. Sapeca, pela liberdade da idade, inconsequência e graciosidade irresistível, confundia, em dosagens harmônicas, inocência e perigo, ingenuidade e feminilidade. Com ela, "Quequezão" teve um filho e se tornou inteiramente feliz.

Naturalmente, cada uma não sabia das outras. Entretanto, com todas Seu Quequé era feliz e as fazia felizes. Sempre trajando terno de linho, chapéu-panamá, sapato de duas cores e um relógio de algibeira, ele incorporava o macho brasileiro, mulherengo e cheio de conversa. Para apresentar-se a cada esposa, chegava a mudar de personalidade, caráter e cor da roupa.

Pois é, se as esposas de Seu Quequé não passavam de uma grande fantasia, ou se eram três aspectos de uma única mulher ideal, o fato é que elas existiam, se completavam e preenchiam a vida do caixeiro-viajante.

Confúcio no Sertão


Era tarde da noite quando o carro do Sitônio começou a falhar feio, em tempo de dar o prego. Nada demais, se ele não estivesse viajando por estrada erma. Não teve dúvida, parou no primeiro lugarejo que encontrou e, batendo à porta de uma borracharia 24 horas, dando boa noite, perguntou:

- O senhor sabe me dizer onde encontro um mecânico?
- Também sou mecânico. Bocejando, respondeu o cidadão.
- É que meu carro tá falhando que só...
- Aí, ou é platinado, ou é vela...
- O senhor pode examinar?
- Claro... Ajeitando a embira da surrada bermuda.

Pois bem, mesmo naquela treva toda, o mecânico abriu o capô do aguerrido Corcel II e pôs-se a estudar o problema. Logo, tirou as velas e, com um isqueiro, começou a esquentar cada uma delas, pacientemente. As colocou de volta, verificou se a marcha estava em ponto-morto, deu partida na chave e pei-bufo: o motor parecia um reloginho suíço funcionando!

- Mas você é um craque! Comentou Sitônio.
- Bondade sua...
- É, e tem mais, você fez todo o serviço no maior breu...
- É que eu gosto de ler provérbio chinês...
- Agora eu não entendi!
- Confúcio dizia: “Mais vale acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão!”.

(Fotos: Google)

sábado, 30 de agosto de 2014

Bate-papo na Internet


Repassando.

- Você é linda!
- Obrigada!
- Você faz o que?
- Estudo jornalismo. E você?
- Sou administrador...
- Que bom! Qual a empresa?
- Sou administrador de grupo do WhatsApp...
- Vai sifu!

Parque Botânico do Ceará


Criado em 1996, o Parque Botânico do Ceará foi localiza-se no Município de Caucaia, às margens da CE-090, rodovia estadual que dá acesso às praias de Icaraí, Tabuba, Cumbuco, Cauípe e Lagoa do Banana.

Com uma área de 190 ha e um perímetro de 7053m, distando 15 km de Fortaleza, o Parque Botânico é aberto a visitação pública com função educativa e recreativa, promovendo a cultura ecológica e propiciando à população um local de lazer e recreação de cunho cultural, com informações sobre a fisionomia botânica do Ceará.

(Foto: Google)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ô turma!

Jards Macalé, Paulinho da Viola, Aracy de Almeida, Carlos Cachaça, Albino Pinheiro, Cartola e Clementina de Jesus.

(Foto: Google)

Coleta de sangue


Um assunto que eu sempre me pergunto: Até quando os laboratórios de análises clínicas realizarão coleta de sangue para exames, utilizando agulhas que furam os pacientes?

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Donos da rua


Toda quinta-feira é um Deus-nos-acuda danado, na Avenida Presidente Castelo Branco, entre o Centro Cultural Dragão do Mar e o Viaduto da FEB, vulgo Tatazão.
 
A razão é que o pessoal da feira da rua José Avelino toma conta de tudo quanto é espaço público!
 
Pois é, todo mundo vê e ninguém faz nada.

(Fotos: Totonho Laprovitera)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Fotografia

 
Rio de Janeiro, 1968.

É do fotógrafo Evandro Teixeira, este clássico registro fotográfico do período da Ditadura Militar, onde durante uma manifestação estudantil, um jovem é perseguido por policiais.

Proyecto 4 Patas


Se você comprar um cão de raça, pode ser cúmplice nesta: muitas vezes, detrás de um cachorro de raça há uma mãe estuprada.

Os animais não são coisas: não se compram, nem são dados. Se adotam!

Proyecto 4 Patas: www.proyecto4patas.org/

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Francisco Antonio

Angicos, Rio Grande do Norte.

Recentemente, lendo o livro “Famílias de Fortaleza (Apontamentos Genealógicos)”, de Raimundo Girão, presente do amigo Roberto Lincoln Barreira, concluí que meu avô paterno José Nunes Teixeira era filho de Antonio Alexandre Teixeira de Sousa, norte-riograndense de Angicos, e de Emilia Nunes, filha de José Nunes de Melo e de Florinda de Almeida Souto.

Sobre os Teixeira de Sousa, escreveu João Felipe de Trindade: “O mais velho desses Teixeira de Sousa que encontrei e do qual descendem muitos Teixeira de Sousa é Francisco Antonio Teixeira de Sousa, que teve dois casamentos: o primeiro com Marianna Lopes – filha do tenente Antonio Lopes Viégas, fundador de Angicos –, e o segundo com Joaquina Lúcia da Conceição."

Com Marianna Lopes, são seus filhos: Manoel Barbalho Teixeira de Sousa – que casou com Francisca Olímpia da Anunciação, de Francisco Lopes Viégas e Maria Josefa Oliveira –, e José Ames Teixeira de Sousa – que casou com Maria Cardolina do Amor Divino de Antonio Lopes Viégas e Anna Manoela.

Com Joaquina Lúcia, são seus filhos: Josefa Maria Bella Teixeira – que casou com Luis Maria Bernardo Alves Suassuna, filho de Antonio Bernardo Alves e Joaquina Maria da Conceição –, Antonio Maria Teixeira de Sousa – que casou com Maria Rosa de Jesus –, Francisco Inácio Teixeira de Sousa – que casou com Ana Rosa de Jesus, irmã de Maria Rosa de Jesus –, Anna Alexandrina Teixeira de Sousa – que casou com Manoel Antonio Pereira Pinto, de Antonio Pereira Pinto e Antonia Martins dos Santos –, Generosa Bela Teixeira de Sousa – que casou com Manoel Antonio Pereira Pinto (viúvo de Anna Alexandrina) –, Florinda Maria Emília Teixeira – que casou com Luiz Martins Honório de Azevedo, de José Antonio de Azevedo e Francisca Maria Duarte – e Maria Joaquina Teixeira de Sousa – que casou com Francisco Bernardo Alves, de Antonio Bernardo Alves e Joaquina Maria da Conceição.

Já viúvo, Francisco Antonio Teixeira de Sousa faleceu em 1888, de velhice, com 102 anos de idade.

(Foto: Google)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O sucesso de Fagner


Amanhã, terça, 26/08, Fagner participará do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo.

Certamente, dentre outros assuntos, ele dirá do seu show Pássaros Urbanos & Outros Sucessos, em cartaz na casa de espetáculos MIRANDA-Rio de Janeiro, 29 e 30/08/2014, sexta e sábado, com bilheteria esgotada desde a semana passada.

No mais,
com Zé Ramalho, Fagner está gravando um disco com os grandes sucessos dos dois, enquanto comemora a música Tanto Faz, do seu último disco, atualmente, nas paradas de sucesso de todo o país.

(Foto: Divulgação)

Corno desiludido


O corno estava deprimido em um botequim, olhando grelado para o copo de bebida! Aí, chegou um valentão, chutou a cadeira à sua frente, tomou o copo e, depois de beber tudo de um só gole, disse bem alto:

- E aí, babaca, vai reagir?
- Reagir? Eu vou é embora. Não devia nem ter saído de casa! Imagine, hoje cedo eu briguei com a mulher, sai de casa com raiva, bati meu carro, cheguei atrasado no serviço e fui demitido! Voltei pra casa, peguei minha mulher com o vizinho. Aí, eu sento num boteco, boto veneno na minha bebida, e ainda vem um imbecil que nem você e toma tudo! É de lascar! Nem pra me matar eu presto!

História contada pelo Francisco Francisco.
(Foto: Google)

Poesia Plural

Reunião do Grupo Poesia Plural, início dos anos 1990, em Fortaleza, na Casa de Margarita Solaris e Otto Cavalcante.

Da esquerda pra direita. Em pé: Margarita Solari, Gylmar Chaves, , Arlene Holanda, Batista de Lima, Diogo Fontenelle e Jorge Pieiro. Sentados: Natércia Campos, Dimas Macedo, Lindacy, Luciola Maia, Glicia Rodrigues, Juarez Leitão, Barros Pinho e Helena Lutéscia.

(Foto: Marcos Vieira)

domingo, 24 de agosto de 2014

Peteca

 
Seleção Cearense de Peteca-2014. Da direita pra esquerda. Em pé: Leandro Lopes, Lencarte Lopes, Ewerton Magalhães, Luciano e Carlos Franch Filho. Agachados: Bruno, Coronel Moure, Junior, Theo e Cyntia.

Peteca é um esporte de origem indígena brasileira, quando os índios usavam tocos de madeira e palha amarrados a penas de aves, arremessando a peça entre si como forma de diversão e atividade esportiva para aquecimento corporal no inverno.

Na peteca existe uma base onde se centraliza a maior parte de seu peso. Comumente, ela é feita de borracha, e uma extensão mais leve, de penas, para lhe dar equilíbrio ou orientar sua direção quando arremessada.

O jogo de peteca é parecido com o voleibol, pelo fato de ser praticada em um campo repartido por uma rede. A peleja conta com dois ou mais jogadores, utilizando-se as mãos, onde a peteca é atirada ao ar de um jogador para o outro, evitando que ela toque o solo numa área definida.

Atualmente, o esporte tem alcançado uma popularidade crescente em países europeus, como a Alemanha, onde existem três federações distintas. Em Fortaleza, a peteca é praticada no Círculo Militar, desde 1995.


(Foto: Acervo Theo Tavares)

As mudas que ainda falam

Por Alexandre Figueiredo.


Chico Figueiredo.
Vou contar uma do Chico Figueiredo, meu saudoso pai.
Pertinho de partir. De volta para a coisa universal, ele me pediu para levá-lo ao Mirador, a fazenda que ele mais fez.

Na passagem, exigiu entrar na Secretaria de Agricultura, onde ele tinha mandado fazer um horto, quarenta anos antes. Um horto. Produção de mudas de plantas de todo naipe.

Logo na entrada, o segurança perguntou quem era. Ele não pediu para que fosse dito que éramos duas autoridades (ele, Secretário de Agricultura que criou o parque e eu deputado estadual). Simplesmente disse que estava indo comprar mudas de plantas. O rapaz olhou e levantou o pau da entrada sem mais delongas. Acho que confiou nos beiços.

Seu Chico, então, mandou que eu fizesse a volta em torno do prédio e encostasse a camionete no horto. Coisa de belíssima vista. Desceu e disse preu abrir a tampa traseira da C-14. Uma pick-up Chevrolet. O tomador de conta viu logo quem era e perguntou quais as mudas que ele queria. Aí, ele apontou o dedo e saiu dizendo :

- Bote tantas dessa e tantas daquelas e tantas destas e tantas daquelas outras e mais tantas dessas outras e mais aquelas dali e mais dessas aqui e mais...

E foi enchendo a camionete sem deixar empilhar muda sobre muda.

Quando ficou cheia, pediu a mangueira d'água e xiringou todas as mudas até escorrer o barro na caçamba. Mandou contar e fez as contas, puxou o dinheiro. Nesse interregno, alguém foi dizer a alguém no gabinete e o tomador de contas recebeu a ordem de não cobrar. Ele disse que nunca tinha dado prejuízo ao estado e que tinha criado o horto para garantir a receita própria da Secretaria e que ele deveria continuar dando exemplo. Agradeceu.

Quando ele mandou que eu fechasse a tampa da caçamba cheia de mudas, eu, tal como ele, engenheiro agrônomo, perguntei:

- E aí pai, vamos etiquetar as mudas para quando plantar lá no Mirador a gente saber o que é.

Olha só a resposta.

- Se preocupe não, meu filho, quando elas frutificarem os comedores vão saber.

Todas elas frutificaram. Todas. Até a filgueira. E todos nós sabemos quais são os frutos.

sábado, 23 de agosto de 2014

Conhecer, enciclopédia em fascículos


Quem se lembra da Conhecer?

Com textos de fácil leitura e entendimento, com muitas ilustrações coloridas, a Abril Cultural lançou, em 1966, o que se tornaria um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos: os fascículos de uma enciclopédia em capítulos, chamada Conhecer.

Nas bancas de jornal do país, a cada 15 fascículos, era vendida uma capa dura gravada a ouro que compunha um dos 12 volumes da coleção. Daí, era só mandar encadernar.

(Foto: Google)

Joe Viterelli


Filho de italianos imigrantes em Bronx, Nova York, Joe Viterelli (1937-2004) foi um ator americano que participou de mais de 40 filmes, dentre os quais

A Firma, A Máfia Volta ao Divã, Máfia no Divã, Máfia!, Mickey Olhos Azuis, O Amor é Cego, Queima de Arquivo, Spot e Um Cão da Pesada.

(Foto: Google)